Demography, genetic diversity, and population relationships among Argentinean Mapuche Indians



Alicia S. Goicoechea1, Francisco R. Carnese1, Alicia L. Caratini1, Sergio Avena1, Maria Salaberry1 and Francisco M. Salzano2
1Instituto de Ciencias Antropológicas, Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires, Puán 480 (1406) Buenos Aires, Argentina. Send correspondence to F.R.C. Fax: +54-11-4432-0121. E-Mail: antbiol@filo.uba.ar. 2Departamento de Genética, Instituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Caixa Postal 15053, 91501-970 Porto Alegre, RS, Brasil.





ABSTRACT

Fertility, mortality and migration data from four Mapuche Indian communities located along a 215-km NE-SW linear area in the Province of Río Negro, Argentina, were collated with genetic information furnished by nine blood group systems and by mtDNA haplogroups. The demographic and genetic data indicated a clear dichotomy, which split the four populations into two groups of two. Differing degrees of non-Indian exchanges was probably the main determining factor for this separation. Total genetic variability was very similar in all groups, and the interpopulational variability accounted for only 10% of the total variability. A low prevalence of the Diego(a) antigen among the Mapuche was confirmed. The fact that significant genetic heterogeneity and population clusters were found in such a small territorial region attests to the sensitivity of demographic and genetic approaches in unraveling human history.



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Autor: Goicoechea, Alicia S; Carnese, Francisco R; Caratini, Alicia L; Avena, Sergio; Salaberry, Maria; Salzano, Francisco M.


Título: Demography, genetic diversity, and population relationships among Argentinean Mapuche Indians

Fonte: Genet. mol. biol;23(3):513-8, Sept. 2000. ilus, tab.

Idioma: En.

Resumo: Dados relativos a fertilidade, mortalidade e migraçäo de quatro comunidades de índios Mapuche localizadas em uma área linear na direçäo nordeste-sudoeste com 215 km de extensäo na Província de Rio Negro, Argentina, foram associados com a informaçäo genética fornecida por nove sistemas de grupos sangüíneos e os haplogrupos do DNA mitocondrial. Ambos os tipos de informaçäo apontam claramente para uma dicotomia, as quatro populaçöes sendo divididas em grupos de duas. O principal fator responsável por esta separaçäo é provavelmente graus diferentes de mistura com näo-índios. A variabilidade genética total foi muito similar em todos os grupos, aquela entre populaçöes sendo de apenas 10 por cento deste valor. Foi confirmada a baixa prevalência do antígeno Diego(a) entre os Mapuche. O fato de que heterogeneidade genética significativa e conjuntos populacionais diversos foram observados em uma regiäo territorial täo pequena demonstra a sensibilidade dos enfoques demográfico e genético no esclarecimento da história humana.(AU).